Folheto Celebrativo | Santa Missa de Abertura do Capítulo Extraordinário, Votiva a Nossa Senhora dos Anjos (Perdão de Assis)


FOLHETO CELEBRATIVO
FESTA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS, PERDÃO DE ASSIS, 
E ABERTURA DO CAPÍTULO EXTRAORDINÁRIO
 PARA A ELEIÇÃO DO MINISTRO GERAL E DO CONSELHO DA OFM

ANO C
Cor Litúrgica: Branco
02/08/2022
Presidida por Dom Tommasso Cardeal Viglietti

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Antífona da entrada
Bendita sejas, filha, pelo Deus altíssimo, mais que todas as mulheres da terra, e bendito seja o Senhor Deus, criador do céu e da terra. Sejas exaltada para sempre.

CANTO

EU VI A CIDADE SANTA, A NOVA JERUSALÉM,
QUE DESCIA DO CÉU DE JUNTO DE DEUS,
QUAL ESPOSA ADORNADA, 
QUAL ESPOSA ADORNADA PARA SEU ESPOSO.

1. GRANDE É O SENHOR E DIGNO DE LOUVOR
NA CIDADE DO NOSSO DEUS
A SUA MONTANHA SAGRADA É A MAIS BELA DAS MONTANHAS,
A ALEGRIA DE TODA A TERRA.

2. RECORDAMOS, Ó DEUS, A VOSSA MISERICÓRDIA
NO INTERIOR DO VOSSO TEMPLO;
COMO O VOSSO NOME, Ó DEUS,
ASSIM O VOSSO LOUVOR CHEGA ATÉ AOS CONFINS DA TERRA.

3. O MONTE SIÃO EXULTA, 
E AS FILHAS DE JUDÁ REJUBILAM
POR CAUSA DOS VOSSOS JUÍZOS.
DAI VOLTA A SIÃO, PERCORREI-A EM REDOR,
CONTAI AS SUAS TORRES.

4. OBSERVAI OS SEUS BALUARTES,
ENTRAI EM SUAS FORTALEZAS,
PARA NARRARDES ÀS GERAÇÕES FUTURAS:
ASSIM É DEUS, O NOSSO DEUS,
ELE É PARA SEMPRE O NOSSO GUIA.

2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós, e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass.: Porque somos pecadores.

Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass.: E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.


CANTO

KYRIE, ELEISON, KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON, KYRIE, ELEISON.

CHRISTE, ELEISON, CHRISTE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON, CHRISTE, ELEISON.

CHRISTE, ELEISON, CHRISTE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON, CHRISTE, ELEISON.


HINO DE LOUVOR

5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino.

Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

Ou, faça-se cantado:

CANTO

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS,
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS,
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, 
DEUS PAI TODO-PODEROSO: 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, 
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA. 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, 
TENDE PIEDADE DE NÓS. 

SÓ VÓS SOIS O SANTO, 
SÓ VÓS, O SENHOR, 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO, 
COM O ESPÍRITO SANTO, 
NA GLÓRIA DE DEUS PAI. 

AMÉM! AMÉM!

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Olhai, Senhor, vosso povo reunido na festa da Bem-aventurada Virgem Maria, Rainha dos Anjos, e fazei que, por sua intercessão, possa participar da plenitude da vossa graça. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Eclo 24, 1-4.16-22.31 )

Quem teme o Senhor, honra seus pais.

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

– Leitura do Livro do Eclesiástico.

A Sabedoria faz seu próprio elogio: em Deus será honrada e, no meio do seu povo, glorificada. Ela abre a boca na assembleia do Altíssimo e se gloria diante do Seu poder. É exaltada no meio do seu povo e admirada na santa multidão. É louvada entre a multidão dos escolhidos e abençoada entre os abençoados de Deus, ao dizer: “Lancei raízes num povo glorioso, no quinhão do Senhor, na sua herança, e fixei minha morada na assembleia dos santos. Como o terebinto estendi meus ramos, e meus ramos são majestosos e cheios de graça. Como a videira germinei o encanto, e minhas flores são frutos de honra e beleza. Sou a mãe do belo amor e do temor, do conhecimento e da santa esperança. Em mim está toda a graça do caminho e da verdade, em mim, toda esperança de vida e de virtude. Vinde a mim, todos os que me desejais, e fartai-vos dos meus frutos. A minha instrução é mais doce que o mel, e a minha herança, mais do que o mel e seu favo; minha lembrança dura por todos os séculos. Os que comem de mim terão ainda fome; os que de mim bebem terão sede ainda. Quem me ouve não será confundido; os que agem unidos a mim não pecarão: os que me tornam conhecida terão a vida eterna.

– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 127)

– Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!
Ass.: Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!

– Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu e de todos os temores me livrou. Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido, e o Senhor o libertou de toda angústia.
Ass.: Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!

– Provai e vede quão suave é o Senhor! Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! Respeitai o Senhor Deus, seus santos todos, porque nada faltará aos que o temem.
Ass.: Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!

– Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta e de todas as angústias os liberta. Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido.
Ass.: Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo!

SEGUNDA LEITURA
(Gl 4, 3-7)

9. Se houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.

– Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas.

Irmãos: Assim, nós também, quando éramos menores, estávamos escravizados aos elementos do cosmo. Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sujeito à Lei, a fim de resgatar os que eram sujeitos à Lei e para que todos recebêssemos a filiação adotiva. E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abá - ó Pai! Assim já não és mais escravo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro: tudo isso, por graça de Deus.

– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

MARIA, ALEGRA-TE, Ó CHEIA DE GRAÇA, O SENHOR É CONTIGO, 
ÉS BENDITA ENTRE TODAS AS MULHERES DA TERRA!

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Lc 1, 26-38)

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi, e o nome da Virgem era Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

ORAÇÃO PELO CAPÍTULO


16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Pres.: Irmãos, confiemo-nos à intercessão da Imaculada Virgem Maria, de São Francisco e Santa Clara, além da numerosa fileira dos nossos irmãos santos e bem-aventurados, a fim de que possamos viver este Capítulo com renovado ardor e total docilidade ao Espírito Santo. Invoquemos o Espírito do Senhor para que nos guie, inspire-nos e nos impulsione a reavivar, com todas as nossas forças, a ardente chama do nosso carisma. Rezemos com as mesmas palavras de São Francisco de Assis:

Ass.: Onipotente, santíssimo, altíssimo e soberano Deus, que sois todo o bem, o sumo bem, a plenitude do bem, que só vós sois bom, nós vos tributamos todo o louvor, toda a glória, toda a ação de graças, toda a exaltação e todo o bem. Assim seja! Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO
Subam até vós, ó Senhor

SUBAM ATÉ VÓS, Ó SENHOR,
AS NOSSAS ORAÇÕES E AS NOSSAS OFERTAS,
COMO NUVENS DE INCENSO!

1. SENHOR, A VÓS CLAMO; SOCORREI-ME SEM DEMORA,
ESCUTAI A MINHA VOZ QUANDO VOS INVOCO.

2. SUBA ATÉ VÓS A MINHA ORAÇÃO COMO INCENSO,
ELEVEM-SE MINHAS MÃOS COMO OBLAÇÃO DA TARDE.

3. GUARDAI SENHOR A MINHA BOCA,
DEFENDEI A PORTA DOS MEUS LÁBIOS!

4. NÃO DEIXEIS MEU CORAÇÃO INCLINAR-SE PARA O MAL,
NEM PRATICAR A INIQUIDADE COM OS MALFEITORES.

5. PARA VÓS, SENHOR DEUS, SE VOLTAM OS MEUS OLHOS;
EM VÓS ME REFUGIO, NÃO ME DESAMPAREIS.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Senhor, nós vos oferecemos com alegria o pão e o vinho para o sacrifício de louvor na festa da Mãe do vosso Filho; em troca da nossa humilde oferta, dai-nos um conhecimento sempre mais vivo do mistério da redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
(Prefácio: Maria I)

27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo tempo e lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nós vos louvamos, vos bendizemos, vos glorificamos na festa da bem-aventurada sempre Virgem Maria. Por obra do Espírito Santo, ela concebeu vosso único Filho; e, sempre intacta na sua glória virginal, irradiou sobre o mundo a luz eterna, Jesus Cristo nosso Senhor. Por meio dele alegram-se os anjos e por toda a eternidade adoram a glória de vossa face. Concedei, Senhor, que a seu canto unamos as nossas humildes vozes no hino de louvor, cantando a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR,
DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM
A VOSSA GLÓRIA!
HOSANA, HOSANA, 
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, 
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO, BENDITO AQUELE QUE VEM,
EM NOME, EM NOME, EM NOME DO SENHOR.
HOSANA, HOSANA, 
HOSANA NAS ALTURAS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.

110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
    une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
    une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.

111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam preferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
    toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e seu a seus discípulos.
    Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

112. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
    toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
    Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

113. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé.
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.

Pres.: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C.: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C.: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa João Paulo, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.

2C.: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C.: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós, saciar-nos eternamente da vossa glória,
    une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.

3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
    O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
    O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.

128.  O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
    E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Ou, faça-se cantado:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes,  se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
    Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento  e remédio para minha vida.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
    E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Antífona da comunhão
Lc 1, 47-48
O meu espírito exulta em Deus meu Salvador, porque olhou para a humildade de sua serva. Desde agora, todas as gerações me chamarão bem-aventurada.

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
    O que vai comungar responde:
Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO

BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR
NÃO ESQUEÇAS NENHUM DE SEUS FAVORES!

1. SENHOR, EU PONHO EM VÓS MINHA ESPERANÇA;
QUE EU NÃO FIQUE ENVERGONHADO ETERNAMENTE!

2. INCLINAI O VOSSO OUVIDO PARA MIM;
APRESSAI-VOS, Ó SENHOR, EM SOCORRER-ME!

3. SEDE UMA ROCHA PROTETORA PARA MIM,
UM ABRIGO BEM SEGURO QUE ME SALVE!

4. SIM, SOIS VÓS A MINHA ROCHA E FORTALEZA;
POR VOSSA HONRA ORIENTAI-ME E CONDUZI-ME!

5. RETIRAI-ME DESTA REDE TRAIÇOEIRA,
PORQUE SOIS O MEU REFÚGIO PROTETOR!

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal  se transforme pra nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Favoreça-nos, Senhor, o banquete, de que participamos, nesta festa da Virgem Maria; e faça-nos experimentar mais abundantemente a misericórdia do vosso Filho e amá-lo para sempre. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

DEPOIS DA COMUNHÃO

Pres.: Confiantes na poderosa intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria e rendendo graças ao Senhor, rezemos a oração de Nossa Senhora dos Anjos.
Ó Nossa Senhora, dos Anjos, na pequena Igreja da Porciúncula, São Francisco recebeu as vossas bênçãos generosas juntamente com sua Ordem. Ele depositara na vossa presença materna uma grande confiança e devoção, sendo atendido em seus pedidos. Continuai a dispensar os vossos favores sobre nós e sobre nossas necessidades particulares. Nós vos suplicamos, dai-nos a graça da penitência e de Deus o perdão dos pecados, a correção de nossas más inclinações e fortalecimento nos momentos de fraqueza. Quantos recusam a salvação e preferem caminhar nas trevas do erro! Tudo é possível para aquele que crer, para aquele que se arrepender! Vós, ó Mãe, manifestastes a São Francisco o grande desejo de reconciliar os pecadores com Jesus, que se entregou em uma cruz para nos salvar. Rogai por nós, agora e na hora de nossa morte. Por isso, com todos os anjos do céu, vos saudamos:
Ass.: Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

RITOS FINAIS

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CANTO

LOUVAI, LOUVAI, AO SENHOR.
CELEBRAI SEU SANTO NOME.
A ELE CANTAI UM CANTO NOVO.
CELEBRAI, CELEBRAI AO SENHOR. 

LOUVAI-O TODOS OS POVOS,
TODA RAÇA E NAÇÃO.
BRADOS DE ALEGRIA E VITÓRIA,
LOUVAI A DEUS, O SENHOR.

LOUVAI-O EM TODA A TERRA,
POIS DEU-NOS A SALVAÇÃO.
VENCEU POR NÓS O PECADO,
A ELE A GLÓRIA, POR TODO SEMPRE, AMÉM!
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